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10 coisas que valem a pena serem eliminadas para se viver melhor

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A vida é muito curta para mantermos alguns hábitos ou para tolerarmos algumas situações por muito tempo. No final, os anos passam, a vida muda, as pessoas chegam e vão embora. Tudo é cíclico e o que fica são as experiências, os momentos felizes, as boas lembranças e tudo de bom que vivemos e construímos.

Por isso, algumas coisas podem ser eliminadas para que possamos viver melhor. Listamos 10 coisas que não valem à pena mantermos. Confira:


1 – Colocar os outros em primeiro lugar e esquecer de você.

Tentar agradar a todos é sempre uma garantia de frustração. Por mais que se faça e se esforce, cada um tem uma expectativa e um grau de exigência. Reflita se a preocupação em agradar sempre não é uma necessidade de aprovação ou uma insegurança. Foque em suas necessidades, pois cada um é responsável pela própria felicidade.

2 – Não cuidar de si

Quando falamos em saúde, não estamos pensando apenas em saúde física ou em ir ao médico e sim, em um autocuidado de todas as formas, seja na alimentação, em hábitos saudáveis, atividades físicas e não se permitir sentimentos, pensamentos e pessoas tóxicas na sua vida.

3 – Permitir que o outro nos magoe repetidamente 

Os outros só fazem conosco aquilo que permitimos. Se te magoaram, se pisaram em você, te ofenderam, é porque você abriu espaço para isso. Quando nos amamos e nos respeitamos verdadeiramente, não permitimos que os outros nos façam mal.

4 – Procrastinar

Deixar tudo para depois, não fazer as mudanças que são necessárias para nossa vida é uma forma de procrastinar, de autoboicote, uma forma de ficarmos presos na zona de conforto.

5 – Manter-se em uma profissão ou emprego que o faz infeliz

Passamos a maior parte do tempo trabalhando e se for algo que não nos faça feliz, não temos que nos contentar e aceitar um trabalho só porque paga as nossas contas. O mundo é cheio de oportunidades e sempre temos chances de buscar coisas melhores para nossa felicidade.

6 – Virar escravo do dinheiro

Todos precisamos de dinheiro para viver e para pagar as contas, mas que isso não vire uma causa de preocupação, que não tire a nossa paz, o nosso sorriso e o nosso sono.

7 – Buscar aceitação dos outros

Quem precisa de aprovação de outras pessoas fica o tempo todo se justificando de suas ações e sua vida. Isso gera uma confusão mental, desgaste energético e físico e ao longo do tempo, você corre o risco de se perder a sua personalidade, passando a viver como acha que os outros esperam. Preço alto para ser aceito, não acha?

8 – Alimentar diálogo interno negativo

A mente tagarela pode ser muito rude conosco mesmo. Lembre-se que o nosso pior inimigo não está fora e sim dentro de nós mesmos. É preciso cuidar com carinho do seus diálogos internos, confrontando tudo o que for negativo em positivo.

9 – Conviver com pessoas tóxicas e críticas

Aqueles que nos amam, nos apoiam e nos ajudam. Por isso, busque estar com pessoas positivas e que te fazem bem.

10 – Aceitar algum estado de infelicidade

Nunca se acomode ou se permita ficar em um lugar ou estado ou situação que não esteja feliz. Lembre-se que a vida é muito curta para isso.
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9 aplicativos para te ajudar a cuidar da sua saúde mental

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Nossa mente merece esse mesmo cuidado e por isso separamos alguns aplicativos incríveis  que vão te ajudar a tirar um tempinho e cuidar do que acontece dentro de você. Lembrando que alguns dos aplicativos possuem recursos mais avançados que são pagos ou opções premium dentro deles, mas nesses casos testamos apenas as ferramentas gratuitas.

Breathe: é um aplicativo de meditação, yoga, acupressura e respiração. O design do app é lindo, fácil de mexer e ainda conta com um calendário de humor que além de te ajudar a observar como você está se sentindo, também te ajuda a escolher uma sessão de meditação baseada nesses sentimentos. Esse app tem uma versão para as crianças que se chama Breathe Kids.

Headspace: te ensina a técnica do mindfulness, uma meditação focada em observar pensamentos e focar sua mente no presente. Tem poucas sessões liberadas para não assinantes, mas vale a pena pra começar a praticar o mindfulness e adquirir o hábito de meditar, já que o app oferece sessões “básicas” justamente com esse propósito.

Zenify: com exercícios bem curtinhos o aplicativo tem como objetivo inserir maior percepção e atenção no nosso dia a dia. Entretanto, algumas avaliações na apple store apontam bugs como um ponto negativo.

QueridaAnsiedade: esse aplicativo em português tem o design bem simples, porém apresenta um conteúdo bem interessante e informativo para quem sofre com ansiedade excessiva: perguntas e respostas a respeito da ansiedade, além de algumas dicas e exercícios para lidar com a “querida ansiedade”.

Insight Timer: é um dos aplicativos mais conhecidos de meditação. Ele tem muitas opções de meditações guiadas gratuitas e de sons ambientes para trazer calma a sua rotina. O app também oferece vários estilos e tipos de meditação diferentes e está sempre atualizando seu conteúdo.

Cíngulo: outro app em português e MUITO legal. O Cíngulo tem testes de personalidade, diário emocional, sessões de auto conhecimento e muito conteúdo em vídeo sobre diferentes emoções, além de um gráfico para você acompanhar seu progresso na jornada do autoconhecimento.

Spiritual Me: é uma plataforma com exercícios simples e criativos que ajudam você a relaxar e refletir sobre seu estado emocional atual, além de trazer frases inspiradoras de algum livro espiritual a sua escolha.

Medite.se: foi feito para os iniciantes no mundo da meditação. Seu destaque é a possibilidade de escutar as meditações offline, perfeito para aqueles que tem pouco tempo na rotina e pouca internet no plano de celular.

Zenklub: site e aplicativo que reune diversos profissionais especializados em saúde mental, de psicólogos a coachs. O mais interessante é que você consegue escolher alguém que se encaixe perfeitamente no seu perfil, sem sair de casa. Todas as sessões são feitas online, em um estilo “facetime”. É o único em que não há a possibilidade de utilizar gratuitamente.
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5 benefícios que o voluntariado traz para a sua saúde

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Na teoria, muita gente considera o trabalho voluntário em orfanatos, asilos e hospitais como algo bonito e que “um dia irá fazer parte disso”. Porém, na prática muita gente se esquece de realmente colocar a mão na massa e trabalhar em prol de pessoas mais necessitadas.

Apesar de o voluntariado ser algo que, a priori, beneficia quem está recebendo a ajuda, ele também pode causar impactos positivos na vida de quem o pratica. A Ciência detectou 5 vantagens na saúde de quem tira um tempinho para olhar para os outros:

1. Diminui o estresse

O dia a dia é capaz de tornar nossa vida muito estressante, afastando as pessoas de praticarem o voluntariado por medo de mais sobrecarga emocional. Acontece que dois estudos publicados em 2013 mostram que a prática, na verdade, ajuda a diminuir a tensão e a ficar mais relaxado. Praticar o bem tem um efeito catártico na vida das pessoas.

2. Reduz incidência do uso de drogas

A universidade de Oxford publicou em 2015 que adolescentes e universitários que praticam o voluntariado têm mais chances de abandonar vícios em drogas ou álcool, além de outros comportamentos considerados nocivos. A prática também previne que esses vícios surjam no futuro, tornado a vida do voluntário mais saudável.

3. Previne contra doenças do coração

O sedentarismo tem elevado as taxas de sobrepeso da população e aumentado o risco de doenças cardiovasculares. Se você faz parte deste grupo e não tem ânimo de se exercitar, o voluntariado pode ser um caminho mais viável: um estudo de 2013 feito com alunos do Ensino Médio mostrou que os que praticavam o bem para desconhecidos tinham o colesterol e o peso mais adequados para a idade do que aqueles que não ajudavam o próximo.

4. Aumenta a felicidade

Um estudo de 2005 mostrou o cérebro dos praticantes de voluntariado liberam mais hormônios como a dopamina e a serotonina, que nos deixam mais felizes naturalmente. Consequentemente, a autoestima será mais elevada, os índices de depressão cairão e a capacidade de lidar com as mais diferentes situações será aprimorada.

5. Diminui o risco iminente de morrer

A prática do voluntariado não tem idade: pode ser feita em qualquer fase da vida, mesmo depois que você já se tornou adulto ou idoso. Um estudo publicado em 2013 mostrou que pessoas mais velhas que praticam ações em prol da sociedade possuíam menos chances de morrer subitamente, mesmo que tivessem a saúde impecável antes de exercer o bem.
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Agora que você já sabe de tudo isso, que tal colocar em prática aquilo que você provavelmente já considera algo benéfico para a sociedade? Procure alguma ONG ou grupos que praticam o bem e faça sua parte para tornar o mundo melhor para todos!

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10 Sentimentos com os quais os manipuladores adoram brincar

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Os manipuladores, de forma consciente ou inconsciente, brincam com os medos, as dúvidas e os desejos dos outros. Seus métodos mais detestáveis consistem em brincar com os sentimentos mais puros das outras pessoas, como o amor, a gratidão e a esperança.

Confira os truques mais comuns usados por manipuladores ’profissionais’, aprenda como enfrentá-los e, principalmente, como se proteger.





Uma pessoa com o sentimento de culpa é capaz de fazer tudo para compensar o dano causado. Isso é exatamente o que um manipulador sempre procura: colocar essa sensação no seu interlocutor.

Quem é o culpado? Se você sempre se culpa por tudo que acontece, comece a refletir um pouco mais sobre os acontecimentos. Será que não se sente culpado pelo estado emocional da outra pessoa?Se você realmente fez algo de errado, peça desculpas sinceramente, mas não deixe que a outra pessoa te faça sentir culpado por tudo que acontece.



Um manipulador pode provocar uma pessoa não apenas para seu benefício, mas também para satisfazer o seu ego, sentir poder imediato ou apenas se divertir um pouco. As pessoas inseguras costumam ser as grandes vítimas, porque temem que sua reputação seja afetada.

Em primeiro lugar, pense se a opinião daquela pessoa realmente importa. E não se deixe influenciar por provocações infundadas. Não tenha vergonha de errar e não arrisque a sua imagem para impressionar os outros.


Muitas pessoas se esquecem delas mesmas por causa de outras. Claro que não devemos deixar de ajudar os nossos familiares, mas precisamos saber em que medida nos estamos deixando manipular pelo sentimento de fraqueza que os outros têm.

É importante entender os limites de nossas capacidades. Sim, precisamos ajudar familiares e amigos, mas isso não significa que tenhamos de sacrificar a nossa própria vida. O ideal, como sempre, é achar um ponto médio entre a ajuda ao próximo e os nossos próprios interesses.


Ao chantagear a outra pessoa, o manipulador negocia para obter uma série de benefícios. Em geral, usa a técnica de se fazer de vítima abandonada.

Mais uma vez, é importante saber se respeitar. Nunca esqueça que você merece um amor e uma amizade verdadeiros.




O sentimento de gratidão pode ser objeto de abuso sem fim. Ao lembrar aquele gesto ou serviço de antes, os manipuladores sempre conseguem o que querem.

Sim, é chato ter que dizer ’não’ a uma pessoa, mas isso sempre será necessário. Encontre uma maneira de devolver o favor de maneira que isso não signifique um sacrifício enorme para você.


Esses espertinhos sempre brincam com a bondade e a compaixão alheia. Com frequência, as coisas não vão tão mal, mas eles têm o dom de causar pena nos outros e provocam na vítima um enorme desejo de oferecer ajuda.

Incentive o manipulador. Se ele disse que não pode fazer determinada coisa porque não tem tempo ou forças, diga que você não acredita nisso, comente algumas qualidades dele e diga que você acredita que ele é capaz. Desta forma, a manipulação irá acabar e você irá causar uma boa impressão.



Muitas pessoas aguentam muita coisa por amor, ou apenas por medo de acabarem sozinhas. O manipulador sabe muito bem como atacar esse sentimento, e isso faz com que seja cada vez mais difícil escapar.

Acredite em você e aprenda a se respeitar e a se amar. Apenas assim você poderá avaliar de maneira adequada a atitude das outras pessoas em relação a você sem cair em armadilhas por medo da solidão.




A vergonha é um sentimento que faz com que a pessoa se sinta inferior. Muita gente faz de tudo para evitá-la, mas os manipuladores sabem muito bem como se aproveitar disso.

Se você perceber que alguém quer que você sinta vergonha, fique esperto. Se você cometeu um erro, peça desculpas e pronto. Mas não sinta vergonha por não alcançar as expectativas de outra pessoa. Esse sentimento só faz com que as pessoas nos controlem cada vez mais.



Algumas manipulações existem apenas para gerar esperança. A pessoa promete mundos e fundos, mas pensa apenas em benefício próprio.

Não acredite em tudo que você ouvir. Olhe para os fatos de maneira objetiva e pragmática. Estabeleça prazos concretos e não deixe que as esperanças vazias mudem os seus sonhos.



Este exemplo é claro: o manipulador faz com que a vítima se sinta a melhor pessoa do mundo e, assim, consegue o que quer.

Antes de aceitar qualquer coisa, olhe para os seus interesses pessoais, habilidades e preferências. Talvez seja mentira que ’apenas você é capaz de fazer isso’. De repente o trabalho corresponde a outro funcionário e você tenha que aprender a dizer ’não’.

Fonte: Incrível
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Estudo revela um dos segredos para se sentir jovem

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Algumas pesquisas já sugeriram que sentir-se jovem é como um dos segredos da longevidade. Parece fácil, mas não é. Afinal, o que leva uma pessoa a se sentir mais jovem do que realmente é? Essa é a resposta que busca a pesquisadora em psicologia da Universidade Friedrich Schiller, na Alemanha, Jennifer Bellingtier.

Em seu estudo, apresentado na recente convenção anual da Associação Americana de Psicologia, Bellingtier acompanhou 116 pessoas mais velhas, com idades entre 60 e 90 anos, e 106 mais jovens, entre 18 e 36 anos, durante nove dias. Eles eram perguntados que idade eles dariam para eles mesmos em cada dia, como havia sido o dia e o que fizeram.

Leia mais: 



É comum em pesquisas as pessoas apresentarem flutuações na idade subjetiva, e também aconteceu no experimento. Entre os mais jovens as mudanças eram acompanhadas a coisas como estresse e a saúde em geral. Entre os mais velhos, no entanto, essas correlações foram relacionadas com o controle sobre a própria vida e ações.

"Quando você se sente mais no controle, se sente mais jovem, e que pode realizar mais coisas", diz Bellingtier. "Você sente que suas ações são importantes. Isso poderia motivar uma pessoa a sair e fazer exercícios ou fazer melhores escolhas nutricionais”, disse a pesquisadora à revista Time.

Segundo ela, o resultado de suas pesquisas pode ajudar a mudar a forma como os idosos são tratados. Uma casa de repouso, por exemplo, poderia permitir que os residentes selecionassem suas próprias opções de comida e horário de refeição, em vez de exigir um cardápio fixo e a hora do jantar.

Em um nível pessoal, até mesmo algo tão simples quanto pensar criticamente sobre todas as atividades diárias que uma pessoa controla - desde o momento em que ela se levanta até os livros que decide ler - pode ajudá-la a se sentir fortalecida e mais capaz de realizar as coisas. 

Sentir-se mais jovem do que a sua idade real também tem sido associado a um menor risco de demência e melhor saúde mental, e estudos sugerem que a idade subjetiva pode ser tão importante para a sua saúde quanto a idade cronológica.

Outro estudo, apresentado na mesma convenção, mostra outro caminhos para se sentir mais jovem. A atividade física - especificamente a caminhada - foi associada a uma idade subjetiva mais baixa entre adultos com idades entre 35 e 69 anos. A interação social também pode ajudar adultos mais velhos a se sentirem mais jovens.

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7 pensamentos para te ajudar a mudar a sua perspectiva sobre a vida

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A felicidade pode estar na sua frente esse tempo todo, dependendo apenas de uma questão de "mudança de perspectiva" para poder enxerga-la. Conheça algumas frases que podem fazer você mudar totalmente o seu modo de ver a vida e ser mais feliz!

1. As pessoas não estão contra você, elas estão a favor delas mesmas

Pode parecer filosofia de mesa de bar, mas a vida é como se fosse uma longa corrida, onde o “grande prêmio final” é a felicidade.

E você não é o único a querer vencer essa “competição”, mas TODAS as pessoas que você conhece também estão lutando por um “lugar ao pódio”!

Por isso, por mais maravilhosos que sejam os seus amigos, lembre-se: confie e acredite SEMPRE em você antes de qualquer outra pessoa!

2. Não suba montanhas para que o mundo te veja, mas sim para que você veja o mundo

“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, já dizia o icônico Stan Lee através da personagem de Ben Parker (o titio de Peter Parker ou vulgo “Homem-Aranha”).

O poder, o sucesso e a fama podem (e às vezes infelizmente conseguem) corromper as pessoas, tornando-as pouco humildes e bastante arrogantes, impedindo-as de enxergar o quão vasto é o universo em que vivem.

Somos seres insignificantes em comparação à imensidão que nos rodeia. Devemos aproveitar todas as oportunidades que nos são dadas para aprendermos e contemplarmos as belezas da vida.

3. Esteja onde você seja celebrado e não onde seja tolerado

Às vezes, na vontade de querermos nos sentir “enquadrados” em algum grupo, podemos passar por cima dos valores que acreditamos e da personalidade que construímos…

Não mude o seu jeito de ser apenas para agradar aqueles que não te aceitam do jeito que você naturalmente é. Não se anule!

Ao invés disso, aproveite para valorizar aquelas pessoas que realmente te amam pelo indivíduo que você é! Uma dica? Seja você, apenas!

4. Todo mundo que você conhece tem medo, ama e já perdeu alguma coisa ou alguém

A felicidade, o medo, a tristeza e a raiva não são emoções criadas por você, mas isso eu imagino que já saiba… Então, porque não valorizar os sentimentos alheios?

Não devemos menosprezar aquilo que o próximo está sentindo, pois, por mais “banal” que possa parecer aos nossos olhos, as emoções podem ser incrivelmente mais intensas para a outra pessoa e devemos respeitar isso.

Vamos praticar a empatia, vamos?

5. Você não pode mudar a sua situação, a única coisa que pode mudar é como você escolhe lidar com ela

Fatos são sempre fatos, meus amigos… E infelizmente (ou não) em determinadas situações a única coisa que nos resta é respirar fundo, dizer “ok, vamos a isso” e seguir com a vida!

6. Se sabe aceitar as suas limitações, você vai além delas

Reconhecer e respeitar os seus limites é fundamental para conseguir “quebrar barreiras”.

Estou convencido das minhas próprias limitações - e esta convicção é minha força.
Mahatma Gandhi

7. Quando você foca nos problemas, terá mais problemas. Quando você foca nas possibilidades, terá mais oportunidades

Os problemas e situações difíceis sempre existirão, então só nos restam duas alternativas: focas nos problemas em si ou em todas as novas oportunidades que eles podem trazer.

Tente ver o lado bom mesmo nos momentos mais negativos da sua vida. Tente extrair um aprendizado ou uma nova chance de poder ser feliz. Não deixe de olhar o mundo com mais cores, e não apenas em preto e branco!


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A geração de 'crianças smartphone' precisa ir para a rua e brincar

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Daniel Becker

As rápidas mudanças tecnológicas e culturais têm afetado profundamente a maneira como as crianças vivem e passam seu tempo livre. Por motivos diversos, estamos vivendo uma forte redução da atividade que melhor define a infância: o livre brincar.

Nossa época é marcada por um processo de redução da infância, de adultização precoce. Uma de suas faces é o que chamamos de "paradigma escolar do desenvolvimento" — a ideia de que crianças só aprendem de adultos, em aulas formais e situações estruturadas.

Com isso, as crianças de hoje convivem com o excesso de aulas e tarefas programadas. Nas escolas, cada vez menos recreio, e um currículo que deixa de lado as artes, como música, dança e teatro. As práticas corporais — até mesmo a educação física — são relegadas ao segundo plano. E cada vez mais dever de casa.

Tudo isso num afã de tornar os filhos mais "competitivos" para o temível "mercado de trabalho" que enfrentarão no futuro. Mal sabem os pais que brincando eles poderiam desenvolver habilidades talvez mais importantes para a vida adulta.

Por outro lado, com as preocupações com segurança em nossas cidades desiguais e perigosas, com trânsito violento e espaços públicos mal cuidados, o momento de brincar tem se limitado às quatro paredes de casa, onde as crianças perdem o contato com a natureza, tão essencial para sua saúde física, psíquica e social, com benefícios bem demonstrados por inúmeros estudos científicos.

E é claro, para represar essa energia do correr, pular e explorar a pracinha, o parque ou a praia, só mesmo oferecendo a elas o contato permanente com aparelhos eletrônicos.

As tecnologias digitais certamente oferecem boas oportunidades educativas, mas podem reduzir sua capacidade de se autoestimular, de imaginar e criar. O uso excessivo de jogos e dispositivos digitais pode 'viciar' a criança, reduzindo sua capacidade de concentração, tornando-a dependente de hiperestimulação, prejudicando sua memória, promovendo o sedentarismo e a obesidade, prejudicando o aproveitamento escolar e o sono.

Hoje em dia, crianças do mundo inteiro passam muito menos tempo desfrutando de brincadeiras ao ar livre do que as gerações anteriores — 75% delas apenas até uma hora, menos do que a maioria dos presidiários.

Por outro lado, ficam hoje em dia 50% mais tempo com dispositivos em telas dentro de casa do que brincando. No total, 4 em cada 5 pais (80%) dizem que seus filhos preferem jogar esportes virtuais do que esportes ativos na vida real. E mais de 40% dizem que seus filhos precisam de mais brincadeiras ao ar livre.

Esses são alguns fatos apontados por pesquisa encomendada por Omo e coordenada por um comitê internacional presidido por Sir Ken Robinson, um dos mais importantes educadores da atualidade, e que chamam a atenção para hábitos que geram prejuízos até a idade adulta.

As crianças nunca tiveram uma rotina tão programada, tão cheia de atividades — que tem até o objetivo de ajudá-las a aprender, competir e conquistar, mas que são atividades realizadas à custa da brincadeira ativa.

Muitas famílias promovem o uso de jogos digitais educativos, como os que ensinam codificação básica e programação, acreditando que vão preparar seus filhos para um futuro dominado por tecnologias digitais e baseado em telas. Mas nesse futuro também será exigida a criatividade, a capacidade de criar conteúdo, que são habilidades adquiridas em experiências reais e longe das telas, e que a brincadeira livre pode oferecer.

E a redução do brincar pode trazer enormes prejuízos para a saúde física, mental e emocional das crianças que se estendem até a vida adulta, prejudicando a sociedade como um todo.

O brincar autorregulado, não supervisionado e não estruturado oferece oportunidades únicas de desenvolvimento. É brincando que se consegue explorar o mundo com curiosidade, cultivar sua coragem, imaginação e criatividade.

A automotivação é outra habilidade fundamental desenvolvida pelo brincar. É por meio de experiências ativas e multissensoriais no mundo real que as crianças aprendem mais sobre si mesmas, sobre relacionamentos e o mundo à sua volta.

É brincando que elas começam a cultivar habilidades emocionais e sociais, como a empatia, a capacidade de negociação, de adesão a regras, de conviver em grupo. Ou seja, brincar é um caminho essencial para que as crianças sejam felizes, saudáveis, e atinjam bem-estar e desenvolvimento plenos.

Claro que esse brincar deve se dar num contexto de garantia de direitos básicos, como segurança, nutrição e moradia adequadas, do afeto e carinho da família, de uma sociedade que coloque a infância no lugar de prioridade absoluta.

No dia 17 de maio aconteceu o Dia de Aprender Brincando. Esta é uma iniciativa global de Omo em parceria com a Cidade Escola Aprendiz que, desde 2015, buscar estimular pais, educadores e crianças a mudar essa realidade preocupante e iniciar um diálogo global sobre a importância do brincar. Neste ano, no Brasil, mais de 1.300 escolas públicas e particulares participaram, com mais de 250 mil crianças envolvidas. Educadores de todo o País levaram seus alunos e alunas para brincar e aprender ao ar livre, ter contato com a natureza, viver a plenitude da infância e aprender habilidades que só o brincar pode oferecer.

Iniciativas como essa, juntamente com outras ao redor do mundo, comoActive Learning Initiative, o Projeto HundrED, ou a Semana Mundial do Brincar, da Aliança pela Infância, se tornam cada vez mais necessárias hoje em dia. Ações realizadas por coletivos de vizinhança e de famílias, por ativistas em defesa da infância e por políticas públicas em muitas cidades do Brasil e do mundo mostram que estamos em plena expansão.

Um dos movimentos mais importante dos nossos tempos é a ideia do brincar como fundamental para a infância e para a vida, do usufruto da natureza e dos espaços públicos para todas as crianças, de todas as origens, classes e territórios, o envolvimento das escolas na promoção da brincadeira, a humanização das cidades e a sua ocupação por crianças e famílias.

Vamos permitir que nossos filhos e filhas possam brincar livremente, explorando a natureza, se sujando, aprendendo, crescendo, se encontrando, interagindo e se maravilhando. Eles serão mais felizes, e nossas cidades se tornarão mais justas, amorosas e sustentáveis. E assim, nossa humanidade, quem sabe, poderá ainda aspirar a um longo tempo de permanência nesse delicioso planeta azul.
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Encerrando ciclos – Se transforme em quem você é.

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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.


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Síndrome do ninho vazio: o impacto da saída dos filhos de casa na vida dos pais

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Apesar de sentir-se realizada ao ver a única filha casar e estruturar uma nova vida, Hebe desmoronou quando se viu sozinha em casa, em 2017.

"Quando eu falava dela, sentia uma vontade incontrolável de chorar. A razão dizia que eu precisava construir novos laços, mas o sentimento era de não querer conversar com outras pessoas", conta Hebe, hoje com 52 anos e viúva há 13.

Formada em Economia, ela trabalha como bancária há 29 anos em Jundiaí (SP). Apesar de gostar do trabalho, não conseguia lidar com a solidão e sentiu dificuldades para recriar a rotina, agora voltada para si e não mais para a filha Ana Carolina.

"É difícil não ter mais uma pessoa para cuidar e conversar. Eu não fazia muita coisa sozinha, a maioria do meu tempo era para ela, com ela e por ela", diz Hebe. "Ela tinha atividades durante o dia, mas a gente sempre conversava quando ela chegava em casa, mesmo que fosse tarde da noite. Eu não ficava totalmente sozinha."

Após a saída da filha, Hebe começou a apresentar sintomas depressivos: só saía de casa para trabalhar e visitar os pais, sentia dores intensas no corpo e vontade constante de chorar.

Em abril de 2018, após 11 meses, Hebe decidiu buscar uma psicóloga e foi diagnosticada com a síndrome do ninho vazio (SNV), caracterizada pelo sofrimento dos pais após o esvaziamento da casa pela saída dos filhos.

"Abri mão das minhas coisas pensando apenas nela. A gente se apega e acaba se esquecendo um pouco da gente", afirma.

Apesar de não se arrepender da dedicação à filha, Hebe hoje reconhece a importância de buscar outras atividades de seu interesse e de construir si mesma em outros papéis além da maternidade. Se antes esperava convites para sair de casa, agora Hebe busca viver de outra maneira. "Chorava a ausência dela e pensava que alguém poderia me convidar para sair. Agora não fico mais lamentando e tento convidar as pessoas", conta.

Hoje, Hebe acompanha Ana Carolina por telefone e nos almoços de fins de semana. Apesar de ainda sentir falta da filha, ela considera que o contato não se perde: apenas se transforma. "Os filhos precisam seguir o caminho deles e nós que temos que buscar o nosso, sem a presença deles tão constante."

Síndrome do Ninho Vazio

A Síndrome do Ninho Vazio é caracterizada por um sentimento de tristeza e desânimo que acomete os pais quando os filhos se tornam independentes e saem de casa. A maioria das pessoas educa seus filhos e os prepara para buscar seus próprios caminhos, mas alguns pais (principalmente as mães) que dedicaram suas vidas exclusivamente aos filhos começam a perceber que não descobriram outros papéis enquanto indivíduos a não ser o de pai/mãe e, assim, começam a se sentir desconfortáveis.

Principais sintomas

Depressão;
Distúrbios do sono;
Melancolia;
Raiva;
Distúrbios alimentares;
Diminuição da libido.

Além disso, é comum que os casais que estão passando por esta fase acabem tendo conflitos. Isso porque, quando os filhos já estão criados e a vida financeira é estável, existe um reencontro entre o casal que, às vezes, pode perceber que não há mais nenhum projeto comum. Inconscientemente, marido e mulher estabelecem um compromisso de vínculo para educar os filhos e, quando eles amadurecem, os pais sentem que sua função foi cumprida.

Dicas para lidar com a partida dos filhos

Entenda a nova fase

Reconheça que é natural que os filhos saiam de casa para buscar sua própria independência é natural. Neste momento, é importante refletir e aceitar que a fase de mãe protetora passou e perceber que outras possibilidades podem se abrir e a descoberta de novos papéis é essencial. Encare essa nova fase como uma oportunidade de cuidar de você e realizar novas tarefas.
Encerre o ciclo

Faça um exercício: inspire e segure a respiração. Repare como o “ar antigo” nos sufoca, não deixando novos ciclos de oxigênio acontecerem. A mesma coisa ocorre quando nos apegamos a ciclos que já se encerram e quando temos medo da perda e não conseguimos focar nos ganhos que ela nos traz. Permita-se abrir espaço para o novo.
Tire seus sonhos da gaveta

Orgulhe-se de ter completado sua missão: você criou seus filhos para serem independes e cumpriu sua tarefa. Agora é o momento de tirar seus sonhos da gaveta. Encontre novos hobbies, pratique exercícios, comece um novo curso e aprenda coisas novas. Reflita honestamente sobre as ações que te dão prazer. Ao longo da vida, as pessoas acabam adiando uma lista de atividades prazerosas por conta da correria diária. Faça uma lista com tudo que deseja realizar e coloque-se no centro da sua vida.

Pense nos lados positivos

Além de ter mais tempo para você, muitas vezes o relacionamento com os filhos melhora quando eles mudam de casa. Aproveite a nova fase para dar mais atenção ao seu relacionamento e sair mais à dois.

Preparar a saída

O sofrimento causado pela SNV não se relaciona somente à saudade e a solidão dos filhos, mas também à falta de preparação prévia dos pais para essa fase da vida.

A prevenção é sempre o melhor remédio. As pessoas precisam começar a se preparar para essa fase e buscar outras vivências além dos filhos: sair com amigos, praticar atividades físicas, estudar, viajar. Falta de saúde social também faz adoecer.

O esvaziamento da casa pode ter impactos diferentes sobre o casamento dos pais dependendo da maneira como eles construíram a relação.

Não é difícil haver divórcios nessa fase porque muitos não suportam a pressão de se ver frente a frente com o parceiro. Perderam a intimidade, não sabem o que o outro gosta e só se enxergam como pai e mãe. Tudo isso faz o casamento perder sentido.

Porém, há também casais que se fortalecem e usam o tempo antes dedicado ao filhos para buscar novas atividades juntos.

FONTE: BBC Brasil
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11 sinais de que você se preocupa mais com o relacionamento do que seu parceiro(a)

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Nenhum relacionamento é perfeito o tempo todo e é normal que o casal precise fazer alguns ajustes para que os dois se sintam valorizados. Isso, porém, só vai funcionar se ambos estiverem igualmente envolvidos.

Quando o parceiro ou a parceira não está tão interessado quanto você, nada do que você possa fazer para melhorar a relação surtirá efeito – afinal, ele ou ela simplesmente não está a fim de se esforçar ou mudar algum comportamento.

Confira estes sinais que podem ajudar você a confirmar ou descartar essa possibilidade:

1. É sempre você que pede desculpas e tenta consertar as coisas

Casais discutem e isso é normal. O problema é quando apenas você precisa tomar a iniciativa de chamar o parceiro ou a parceira para conversar, acertar os ponteiros e pedir desculpas. Quando ele ou ela não se preocupa com isso, é um sinal de que a importância atribuída ao relacionamento é menor.

2. Você se adapta aos planos da outra pessoa, nunca ao contrário

Se apenas você se dispõe a desviar um pouco do seu caminho, reorganizar sua agenda ou mesmo deixar de fazer algo que você queria para poder atender às vontades do parceiro, temos um problema. Em um relacionamento, os dois precisam ceder na mesma proporção.

3. Você é a única pessoa a fazer planos, aliás


Talvez você seja mais organizada e tenha mais prática para fazer reservas e marcar horários, mas seu parceiro ou parceira pelo menos deveria manifestar vontade de fazer alguma coisa com você. Quando você é a única responsável pelas atividades do casal, isso mostra que você se dedica mais a essa relação.

4. É sempre você que liga ou manda mensagem

Pode ser que o parceiro não seja muito chegado em WhatsApp, mas, se ele nem se dá ao trabalho de responder suas mensagens ou te deixa no vácuo por horas ou dias, esse é um sinal bastante evidente de desinteresse. Quando gostamos de alguém de verdade, queremos estar em contato com essa pessoa.

5. Somente você demonstra ter interesse pelas relações sexuais

Quando apenas você parece querer ter relações sexuais ou qualquer tipo de contato físico, isso pode ser um sinal de que você investe mais nesse relacionamento do que seu parceiro ou parceira. Ninguém precisa estar a fim de sexo o tempo todo, mas, quando a outra pessoa parece nem se lembrar disso, é preciso ficar alerta.

6. Você tolera as manias dele, mas o contrário não é verdadeiro


Todos nós temos hábitos que podem ser irritantes para a outra pessoa, mas, em geral, existe um esforço mútuo para tolerar essas manias. O problema é quando apenas você finge que não viu a tampa da privada levantada ou o controle remoto fora do lugar, enquanto ele arruma encrenca por absolutamente qualquer coisa que você faça diferente dele.

7. Você não conhece a família nem os amigos dele ou dela

Se vocês já têm algum tempo de relacionamento e ele ou ela nunca quis te apresentar para a família ou os amigos, isso pode ser um alerta de que, por algum motivo, o parceiro quer te manter escondida. Vale a pena ser direta, pedir para conhecer essas pessoas e observar a reação dele.

8. O relacionamento de vocês não existe nas redes sociais do parceiro

Mesmo que seu parceiro ou sua parceira não seja muito fã de redes sociais, o fato de ele ou ela não fazer nenhuma referência a você também é um sinal de que ele pode estar tentando esconder a sua existência ou fingir que não está em um relacionamento.

9. Você quer dividir as grandes novidades, mas ele não

Não importa se você conseguiu uma promoção, ganhou uma viagem num sorteio ou foi demitida: o parceiro ou a parceira é sempre a primeira pessoa a quem você quer contar a novidade, seja ela boa ou ruim. Porém, se a recíproca não for verdadeira, talvez você não tenha esse mesmo grau de importância na vida dele ou dela.

10. Você jamais se envolveria com outra pessoa, mas o parceiro sim


Talvez seu parceiro (ainda) não esteja tendo relações sexuais com outra pessoa, mas o fato de ele flertar ou criar uma conexão emocional com mais alguém já é um sinal de que ele não está tão envolvido quanto você – ainda mais se você não se vê tendo essa mesma atitude.

11. Ele ou ela parece não conhecer você a fundo


Pessoas realmente interessadas em seus parceiros têm curiosidade sobre a vida do outro e costumam se lembrar de fatos importantes, como a data do aniversário, a comida preferida ou até mesmo alguma fobia. Assim, quando você sabe tudo sobre seu parceiro e a recíproca não é verdadeira, isso pode sinalizar que ele não está tão envolvido no relacionamento quanto você.

Cada pessoa tem uma forma própria de demonstrar seus sentimentos, e talvez você realmente seja mais explícita do que o parceiro ou a parceira. Contudo, se você não está recebendo a atenção e o afeto que você espera e merece, este é o momento de ter um bom diálogo com a outra pessoa e, se for o caso, avaliar se vale a pena continuar nesse relacionamento.
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Esforço de 200 cientistas no mundo inteiro cria mapa genético da depressão

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Em um esforço global para entender o peso genético da depressão, um consórcio de 200 cientistas, em 161 instituições do mundo inteiro, identificou 44 genes relacionados a formas severas da condição. Isso é particularmente importante porque a ciência já sabe que, em casos mais graves, a hereditariedade tem um peso importante na ocorrência da doença.

O estudo foi publicado na "Nature Genetics" e integra o "Psychiatric Genomics Consortium", um esforço global para mapear genes associados a disfunções psiquiátricas. A pesquisa teve a coordenação da Kings College London (Reino Unido), da Universidade da Carolina do Norte (EUA) e da Universidade de Queensland (Austrália).

Dos 44 genes mapeados, 30 foram descritos pela 1ª vez nessa iniciativa específica. O achado abre caminho para o surgimento de terapias mais específicas para a condição, que tenham por alvo ou o silenciamento desses genes ou o bloqueio de substâncias produzidas a partir de informações desses genes.

O estudo tem por base outras pesquisas que mostraram o peso da hereditariedade em casos mais graves. Estudos com gêmeos idênticos, por exemplo, mostraram que, se um deles desenvolve uma forma mais grave da doença, o outro tem um risco tão elevado quanto de também manifestar os mesmos sintomas.

Apesar disso, no entanto, cientistas pontuam que não é toda a pessoa com genes associados à depressão que vai desenvolver a condição. O esforço global também quer entender o porquê isso ocorre.

A depressão mais grave afeta aproximadamente 14% da população global. Um dos problemas, no entanto, é que apenas metade dos pacientes responde bem aos tratamentos existentes, segundo os autores. Pesquisadores mapearam dados de 135 mil pessoas com depressão maior (a mais incapacitante) e também de 344 mil pessoas saudáveis.

Além dos 44 genes associados à depressão, pesquisadores encontraram outros 153 genes relacionados a outros transtornos mentais. Desses outros genes encontrados, os cientistas descobriram que seis deles contribuem tanto para o surgimento da depressão, quanto para a maior ocorrência de esquizofrenia.

Um outro ponto curioso do estudo é que alguns genes associados à depressão também foram relacionados à qualidade do sono, insônia, cansaço e tendência à obesidade.

Dá para dizer que a depressão tem os genes como causa?

Genes têm um peso na depressão, mas não a determinam, dizem os cientistas. Isso significa dizer o seguinte: se uma pessoa tem genes associados à doença, ela tem maior risco de desenvolvê-la, mas isso não quer dizer com certeza que esse indivíduo será depressivo.

Em outras doenças, a genética é mais determinante. É o caso da doença de Huntington, que tem como primeiros sintomas alterações de humor, mas vai lentamente progredindo para demência, problemas de fala e coordenação motora. Trata-se de uma doença hereditária causada por uma mutação do cromossomo 4. Essa mutação mata gradualmente células cerebrais.

No caso da depressão, o gene não é tão determinante, mas pesquisas dizem que, em casos realmente severos, a hereditariedade tem um peso de 40% a 50%. Outros estudos mostram que fatores como abuso sexual ou a perda do pai ou da mãe na infância também são "gatilhos" para que a condição se desenvolva.
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5 coisas que são quase tão mortais quanto fumar

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Fumar cigarros é um hábito que está desaparecendo do mundo todo de forma gradativa. O Brasil está entre os campeões da queda do número de pessoas que consomem tabaco. Entre 1990 e 2015, o número de fumantes homens caiu de 29% para 12% e de mulheres de 19% para 8%.

O problema, porém, é que as pessoas trocam um hábito perigoso por outro, sendo que a maioria está relacionada a um estilo de vida isolado socialmente e com sedentarismo. Confira outros fatores de risco que merecem tanta atenção quanto o cigarro:

5. Solidão

O crescimento das redes sociais e da diminuição do contato cara-a-cara fez com que o cirurgião Vivek Murthy classificasse a solidão como uma epidemia mundial. O mais assustador é que a solidão pode ser fatal.

Julianne Holt-Lustand, professora de psicologia da Brigham Young University (EUA), constatou em suas pesquisas que a solidão reduz a expectativa de vida de uma pessoa aos níveis equivalentes ao fumo de 15 cigarros por dia.

A qualidade e quantidade de relacionamentos sociais de uma pessoa estão relacionados não apenas à saúde mental, mas também à morbidade e mortalidade. Nos estudos analisados, envolvendo 308 mil participantes, aqueles com relacionamentos sociais mais fortes tinham 50% mais chance de viver mais.

4. Passar o dia sentado

Passar o dia todo sentado aumenta o risco de vários cânceres, segundo pesquisa da Universidade de Regensburg (Alemanha). A meta-análise de estudos que envolveram 68 mil pacientes com câncer mostrou que aqueles que passavam o dia todo sentado tiveram risco significativamente maior de ter câncer de intestino, de endométrio e de pulmão.

Esse risco aumenta a cada duas horas extras que a pessoa passa sentada diariamente. Este aumento é de 8% para o câncer de intestino, 10% para o de endométrio e 6% para o de pulmão.

O pior de tudo é que não importa tentar compensar um dia inteiro sentado com uma atividade física no final do dia, porque esses resultados parecem ser independentes da prática de atividade física.

Segundo os pesquisadores, a atividade mais perigosa para a saúde é passar horas em frente à TV, porque além de estar completamente parado, ainda há o hábito de comer e beber alimentos açucarados e gordurosos.

3. Perda de sono

O Centro para Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos classificou a falta de sono como um problema de saúde pública. Pesquisas do Instituto do Sono do Brasil apontam que 63% dos brasileiros têm algum problema relacionado ao sono, como insônia, ronco e apneia.

O sono insuficiente aumenta o risco de derrame e ataque cardíaco de forma semelhante ao consumo de cigarros.

2. Bronzeamento artificial

Bronzeamento artificial pode parecer mais controlado do que o bronzeamento ao ar livre, mas os dois são potencialmente mais perigosos que fumar.

Um estudo de 2014 publicado na JAMA Dermatology mostra que bronzeamento artificial já causou mais casos de câncer de pele do que o cigarro causou casos de câncer de pulmão.

Outros estudos já mostraram que bronzeamento artificial causa 3,4 mil casos de melanoma por ano na Europa, e mais de 170 mil casos nos Estados Unidos.

1. Dieta ruim

Alimentos ultra-processados, açucarados e ricos em gordura saturada podem expor o consumidor a riscos semelhantes ao cigarro.

Os riscos de mortalidade trazidos por uma dieta ruim superam os do consumo de álcool, drogas, sexo sem proteção e tabaco combinados.

A Organização Mundial da Saúde define como dieta saudável aquela que começa cedo na vida (preferencialmente com amamentação), que limita o consumo de sal e de açúcares livres. A recomendação é comer várias frutas e verduras, cereais integrais, fibra, nozes e sementes, limitando lanches e bebidas açucaradas, carnes processadas e gorduras trans industriais.

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Por que cantar deixa você mais feliz?

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Cada vez mais, pessoas estão saindo de seus chuveiros para cantar. E, de acordo com alguns cientistas, isso é uma coisa boa. Cantar não provoca danos a saúde, muito pelo contrário.

Muitos começam com o karaokê. Em alguns bares, o aparelho é combinado com algumas doses de bebida. De acordo com o professor japonês (no Japão, o karaokê é um grande sucesso) Takeshi Tanigawa, da Universidade de Ehime, “beber com responsabilidade junto de amigos e se divertir o faz se sentir mais feliz e saudável. Cantores precisam respirar de forma diferente, inspirando mais, o que é bom para o sistema nervoso. Depois de cantar, não importa qual seja a performance, as pessoas geralmente recebem aplausos. É um tipo de apoio social, e faz o cantor se sentir bem”.

Para Nikki Slade (do site www.freetheinnervoice.com), todos nós deveríamos cantar para melhorar nossa saúde (ela é adepta da teoria do “quem canta os males espanta”). Ela diz que o canto se tornará tão popular quanto yoga como forma de relaxamento.

Slade, uma ex-atriz e cantora, usou dos poderes curativos do canto para voltar ao normal, depois de uma onda de stress que a atingiu. Agora ela ensina pessoas a fazer a mesma coisa.

Então por que não tentar? Por que não entrar em algum coral? Muitos não cobram inscrição e procuram avidamente novos membros. E atitudes como essa podem, até mesmo, beneficiar a comunidade. De acordo com Greenville Hancox, do Centro de Artes e Saúde de Sidney, cantar é melhor do que Prozac. Ele acredita que o canto é uma força de coesão social. “Se convencêssemos mais pessoas a cantarem, tenho certeza que seríamos uma nação mais saudável” conclui. 

Como começar:

  • Reforce sua confiança assistindo ao DVD do musical “Mamma Mia” – se Pierce Brosnan consegue ser pago para cantar, então há esperança para todos nós. Use a versão karaokê (sing along) e pratique na privacidade de sua casa (dá até mesmo para se vestir como a Meryl Streep no filme).
  • Se você decidir que está pronto para ter aulas, procure um professor – lojas de instrumentos geralmente têm boas indicações de profissionais da área.
  • Se decidir se juntar a um coral, grupos religiosos geralmente oferecem essa opção. Busque anúncios também em sites e em cadernos culturais do jornal de sua cidade.
  • Cantar produz endorfina, a mesma substância que o faz se sentir bem comendo chocolate. Cantar, no entanto, é menos calórico.
  • Cantar o deixa mais bonito. A atividade melhora sua postura e o faz exercitar os músculos de sua barriga.
  • Cantar é um jeito incrível de malhar, afinal é um exercício aeróbico, que aumenta o nível de oxigênio em seu sangue.
  • É muito difícil cantar e se preocupar com o trabalho ao mesmo tempo. Cantar reduz o stress e os níveis de pressão sangúinea.
  • Corais são ótimos lugares para se conhecer pessoas. Alguns são formados de casais que se conheceram cantando. [Telegraph]




































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