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10 Mulheres brasileiras que fizeram história

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Você sabia que o mais valioso quadro brasileiro foi pintado por uma mulher? E que o primeiro livro feminista do país foi escrito lá em 1832? Sabia que já existiu um Partido Republicano Feminino e que ele foi fundado em 1910, antes mesmo de as mulheres terem direito ao voto? Sabia que uma brasileira já foi a mulher mais bem paga dos EUA e que teve mulheres indo para os fronts de batalha durante o colonialismo? Então se liga na história de 10 mulheres incríveis que mudaram o Brasil e que vão te dar uma dose extra de inspiração para a vida!




1-Dandara


Que Zumbi foi o líder do Quilombo dos Palmares todo mundo sabe, mas quantas vezes você ouviu falar de Dandara? Ela foi esposa de Zumbi e lutou ao lado dele pela libertação dos negros no período colonial. Sua história é rodeada de mistérios, mas sabe-se que ela não fugia de uma briga, lutava capoeira, sabia manejar armas e caçava muito bem. Suicidou-se em 1694, junto com vários outros quilombolas, durante a tomada de Palmares.



2-Tarsila do Amaral


Ela é autora da pintura brasileira mais valorizada da história, o Abaporu (que ultrapassa os US$ 2,5 milhões). Tarsila é um dos nomes centrais da primeira fase do modernismo artístico no Brasil e foi uma das responsáveis pela organização da revolucionária Semana da Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo.





3-Maria Quitéria

Considerada a Joana D’Arc brasileira, Maria Quitéria de Jesus lutou pela independência do Brasil, no início do Século XIX. Para poder entrar em combate, ela disfarçou-se de homem e apresentava-se como soldado Medeiros aos outros oficiais. Acabou sendo desmascarada pelo próprio pai, mas foi defendida por seu comandante e continuou lutando ao lado dos homens.




4-Leila Diniz

Em plena ditadura militar, Leila era defensora do amor livre e da emancipação feminina. Foi pioneira em usar biquíni na praia durante a gravidez e abriu caminho para que esse tabu fosse desmistificado. Aos 20 e poucos anos, era uma das maiores musas da televisão brasileira e também a que mais falava sobre sexo abertamente. Morreu aos 27, em um acidente aéreo. Ela voltava de uma viagem à Austrália e sua filha tinha apenas 7 meses na época.



5-Maria da Penha

Depois de escapar de duas tentativas de assassinato por parte do marido e lutar por 20 anos para ver o agressor e o Estado punidos, alertou o governo para a urgência de uma legislação que protegesse mulheres vítimas de violência doméstica. Sua batalha não foi em vão e a lei que leva seu nome vigora desde 2006. Hoje ela coordena uma ONG que trabalha no combate ao problema e auxilia vítimas.




6-Chiquinha Gonzaga

Foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil e também é autora da primeira marchinha de carnaval da história: Ó Abre Alas, composta em 1899. Trocou o marido pela música, criou dois filhos sozinha, compôs mais de 2 mil canções e ainda lutou contra a monarquia e em favor da abolição da escravatura. O Dia Nacional da Música Popular Brasileira é comemorado em 17 de outubro, data em que ela nasceu.


7-Anita Garibaldi


Intitulada como “a heroína dos dois mundos”, Anita foi uma revolucionária que fez história no Século XIX. Nasceu em Santa Catarina e lá casou-se com o guerrilheiro italiano Giuseppe Garibaldi, com quem lutou na Revolução Farroupilha (aqui no Brasil) e contra a invasão do exército austro-húngaro (na Itália). Teve cinco filhos, mas nunca deixou de lado as frentes de batalha, mesmo enquanto estava grávida.



8-Nísia Floresta

Precursora do feminismo no Brasil, ela é autora do mítico livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”, escrito em 1832. Esta é considerada a primeira obra feminista do Brasil! Ela também escreveu importantes livros em defesa dos índios e da abolição da escravatura. Nísia nasceu no Rio Grande do Norte, mas viajou o país defendendo a alfabetização das mulheres e chegou a fundar colégios para meninas no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.


9-Zilda Arns Neumann

Reconhecida como uma das maiores humanitárias do Brasil, foi uma pediatra importantíssima para a redução da mortalidade infantil no país. Seu legado iniciou-se em 1983, quando ela fundou a Pastoral da Criança, uma gigantesca instituição ligada à Igreja Católica que hoje funciona em 20 países e atende mais de 1,5 milhão de crianças e adolescentes. Zilda faleceu no Haiti, em 2010, vítima do terremoto que dizimou o país naquele ano.


10- Carmen Miranda

Carmen Miranda nasceu em Portugal por acaso, mas chegou ao Brasil com apenas um ano de idade e veio a se transformar num dos maiores símbolos do país. Foi responsável por colocar o Brasil no mapa do showbiz internacional e chegou a ser a mulher mais bem paga dos EUA, em meados dos anos 1940. Também foi responsável por alavancar o tropicalismo, o mais importante movimento cultural da história do Brasil.


Conta para a gente o que você achou da lista e quem você adicionaria? 


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Como é ser mulher no Brasil : cenário ainda assusta.

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O país deu a homens e mulheres o mesmo nível de acesso à educação, melhorou a saúde materna e reduziu os índices de gravidez na adolescência, mas paradoxalmente nem todas as brasileiras se beneficiaram desses avanços. Um novo relatório do Banco Mundial, Retrato do Gênero no Brasil Hoje, mostra as desvantagens que as afrodescendentes e indígenas ainda sofrem, em especial nas regiões mais pobres do país.

“A luta contra as desigualdades raciais e geográficas é fundamental para alcançar a igualdade de gênero, pois é difícil – e, em alguns casos, impossível – melhorar os indicadores de progresso feminino como um todo se determinados grupos ficam para trás”, escreveram as autoras. “Seria um desserviço definir metas apenas para as mulheres em geral quando sabemos que as não brancas e as moradoras do Norte, Nordeste e Centro-Oeste estão abaixo da média.”

Para enfrentar esse problema, elas defendem a importância de levar em conta as desvantagens enfrentadas por esses subgrupos na concepção de políticas e projetos, bem como na definição adequada dos objetivos de igualdade de gênero no país.

O documento reúne dados importantes de diversas fontes sobre como vivem as mulheres no Brasil e como elas estão em comparação às demais latino-americanas.

Geografia e raça significam mais chances de morrer violentamente

Na América Latina, uma pesquisa realizada em 12 países descobriu que entre 25% e 50% das mulheres já sofreram violência por parte de um companheiro. Os salários das mulheres afrobrasileiras são inferiores aos pagos aos homens e às mulheres brancas

E o Brasil, em uma comparação feita entre 83 países, foi o país que apresentou o quinto maior índice de homicídios de mulheres. Das regiões do país, a Sudeste tem os menores índices e foi a única a registrar uma diminuição entre 2003 e 2013. Já no Norte quanto no Nordeste, durante o mesmo período, o índice subiu mais de 70%. O aumento se concentrou entre as mulheres negras e indígenas, particularmente no Nordeste, onde o índice de homicídios de negras e pardas aumentou 103% ao longo da década.

As mulheres indígenas são especialmente vulneráveis à violência. Em 2012, o índice médio de homicídios de mulheres no país foi de 4,6 por 100.000. Mas o número foi quase duas vezes maior entre as indígenas: 7,3 por 100.000. Além disso, em 2015, o índice de suicídios essa população foi de 5,8 por 100.000, mais que o dobro da média feminina brasileira, de 2,2.

O salário é muito inferior ao dos homens

Um levantamento feito pelo Banco Mundial mostra que, 2010, as mulheres ganharam 71% do salário dos homens. Essa foi uma das maiores diferenças salariais observadas à época para os países da América Latina e do Caribe. Além disso, os salários das mulheres afrobrasileiras são inferiores aos pagos aos homens e às mulheres brancas com o mesmo nível de educação. Com 12 ou mais anos de educação, as mulheres negras recebem em média R$ 15,6 por hora, enquanto as brancas ganham R$ 21,5 e os homens brancos, R$ 32,7.

Mais educação não significa maior participação no mercado de trabalho

De forma semelhante ao que ocorreu na América Latina durante a última década, as lacunas entre homens e mulheres na participação na força de trabalho do Brasil mudaram pouco. O relatório aponta que, desde 2005, a participação das mulheres aumentou apenas um ponto percentual.

Aumento no número de homicídios se concentrou entre as mulheres negras e indígenas

A constatação é surpreendente levando-se em conta que as brasileiras venceram (e, dependendo do indicador, até reverteram) as diferenças de gênero na educação. O nível de escolaridade é crescente tanto para homens quanto para mulheres e o índice de alfabetização de jovens (15-24 anos) chegou a 98% para os homens e 99% para mulheres, ante 84% em 1980. Atualmente, cerca de dois terços dos graduados nas universidades a cada ano são mulheres.

No entanto, as mulheres ainda estão concentradas em setores de menor expansão e com menores salários. Setores como hospedagem e alimentação, educação, saúde, serviços sociais e serviços domésticos concentram aproximadamente 45% das trabalhadoras, enquanto 48% dos homens ocupados trabalham na agricultura, indústria e construção civil.

A representação feminina na política ainda é baixa

Apesar de o número de mulheres candidatas ter aumentado nos últimos anos, os resultados das eleições não significaram maior representatividade feminina no Congresso. Em 2010, 45 mulheres foram eleitas para a Câmara dos Deputados; em 2014, 51 candidatas obtiveram assentos. Os números representam respectivamente 8,8% e 9,9% dos 513 deputados da Câmara.

Para o Senado Federal, que renovou um terço de seus 81 assentos em 2014, cinco parlamentares mulheres foram eleitas, juntando-se às seis escolhidas anteriormente. As senadoras ocupam agora 13,6% por cento de todos os assentos da casa. Esses números estão significativamente abaixo da média da América Latina e do Caribe, em que 26% dos políticos nos parlamentos são mulheres. A União Interparlamentar classifica o Brasil em 113º lugar global em sua Lista de Mulheres nos Parlamentos Nacionais.

A gravidez precoce ameaça as mais pobres

No Brasil, a taxa de fecundidade adolescente (nascimentos por mil mulheres de 15 a 19 anos) tem diminuído de forma constante desde o início do século. Ele ficou em 87,47 em 2000 e caiu para 70 em 2013. Mas continua ligeiramente acima do nível médio para a América Latina e Caribe, de 67,7 em 2013, segundo os Indicadores de Desenvolvimento Global compilados pelo Banco Mundial em 2015. Como em outros países latino-americanos, os altos índices de gravidez na adolescência no Brasil se relacionam com alta vulnerabilidade social e pobreza.

A porcentagem de mulheres com idades entre 15 e 19 anos que deram à luz em 2013 em relação a todas as mulheres nesse grupo etário é mais alta no Norte. Nessa região, uma em cada cinco mulheres (20%) nessa faixa etária teve um bebê.
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O que significa ser uma mulher forte?

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Responda rápido: você se considera uma mulher forte? Não? Sim? Ok, mas afinal de contas, o que significa ser uma mulher forte? Você saberia responder a esta pergunta?

Obviamente que não estamos falando aqui de força física, mas sim sobre o equilíbrio e poder de controle emocional que é essencial para fazer com que sejamos pessoas mais felizes e completas na vida!

Confira se você tem tudo aquilo que uma mulher forte carrega consigo. Caso contrário, aprenda os passos que deve seguir para se fortalecer e mãos à obra!

Eu me amo

O amor-próprio e o respeito por si mesma é uma das bases que sustentam toda a mulher emocionalmente forte. No entanto, não pense que amar a si mesma é se privar de amar ao próximo, muito pelo contrário!

Várias pessoas confundem - principalmente os emocionalmente fracos - mas ter independência NÃO SIGNIFICA ter a incapacidade de deixar alguém entrar em seu mundo ou de ser incapaz de amar plenamente alguém.

Ter opiniões próprias e valores que respeita faz com que você possa acreditar em si mesma e, consequentemente, ser muito mais segura de suas ações - o que é fundamental para tomar decisões importantes na vida.

E convenhamos, se entregar ao amor de outra pessoa é uma decisão super importante (pelo menos deveria ser, não?). Ao estarmos plenamente felizes com quem somos, conseguiremos estar muito mais satisfeitas em qualquer relacionamento. Claro, desde que este seja baseado nos valores que você não abdica: respeito mútuo e companheirismo.

As mulheres fortes também não têm receio de demonstrar as suas emoções. Seja num relacionamento amoroso, familiar ou social, se você se sentir desrespeitada faça com que a pessoa responsável por isso saiba do seu desagrado. Não precisa partir para a discussão, como é óbvio, mas apenas transmita a mensagem: "não gostei do seu comentário. Por favor, não o repita".

Eu sei quem sou

O autoconhecimento é fundamental. Para conseguir entender as suas emoções e ser uma pessoa mais justa, ao mesmo tempo que luta pelos seus valores e opiniões, as mulheres fortes devem ter consciência de quem são.

O autoconhecimento não é algo que podemos adquirir em livros ou revistas, mas sim através das experiências de vida e reflexões sinceras e críticas que devemos fazer sobre nós mesmas.

Não espero, eu ajo!


As mulheres fortes não têm medo de tentar algo novo e de sair da zona de conforto. Desafiam-se constantemente, quando sentem a necessidade de mudar.

Infelizmente todos temos plena consciência do preconceito e desigualdade de gênero que ainda paira sobre a sociedade. Valores arcaicos e machistas ainda são ensinados no âmbito familiar e social, mas as mulheres fortes NÃO PERMITEM ISSO!

Uma mulher forte é uma mulher empoderada, que luta para quebrar paradigmas e estereótipos que menosprezam a imagem da mulher. Está no "sangue" das mulheres fortes não aceitarem a ideia equivocada de que têm "menos valor" que os homens!

Eu sei dizer "NÃO"

Uma mulher forte não é submissa, sabe defender os seus interesses de modo assertivo e NUNCA se submete aos desejos alheios apenas para satisfazê-los, principalmente quando isso lhe custa a sua paz de espírito e felicidade.

As mulheres fortes precisam e sabem quando dizer "NÃO". Claro, existem modos e modos de negar algo a alguém e cabe a você, mulher forte, saber como dispensar aquilo que não te deixa feliz, incomoda ou o que já passou dos limites.

Sabe aquela amiga que sempre pede algo emprestado e nunca devolve? Comece a praticar com ela...

Sigo minhas paixões


Não permita que as normas e padrões sociais digam o que é melhor para você. Uma mulher forte não deixa de seguir as suas paixões e sonhos, mesmo tendo que enfrentar aquele "olhar torto" no metrô ou aquele comentário estúpido na parada de ônibus. Não esqueça que a VIDA É SUA e olha que ela passa num piscar de olhos!

Resumindo: seja do jeito que você é e viva feliz! Não tente usar "máscaras" para esconder o seu verdadeiro eu, pois as mulheres fortes sentem muito orgulho daquilo que amam, e você deve se amar acima de tudo!

Apoio outras pessoas

Não entendam mal... As mulheres emocionalmente fortes não desejam viver em bolhas, isoladas do mundo e das outras pessoas. As mulheres que carregam essa fortaleza em suas almas desejam mais do que tudo ajudar outras a superarem os seus obstáculos e serem felizes também!

Toda a mulher forte tem uma referência na vida, seja a mãe, a vó, uma tia, uma personalidade midiática ou intelectual que serviu de inspiração para que pudesse construir a sua personalidade única. Então, quem sabe você também não pode ser a motivação de alguém que esteja precisando "enxergar a luz"?

Espalhe a mensagem! Ensine outras meninas e mulheres como serem e sentirem-se mais fortes e independentes!

Se o amor da sua vida pintar, ótimo! Mas, se estiver sozinha não há razões para desesperos, viu? O principal "segredo" das mulheres fortes é que elas conseguem ser felizes sem depender de outras pessoas para isso!






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11 Frases que as mulheres precisam parar de dizer umas às outras

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O preconceito está tão profundamente enraizado na sociedade que, às vezes, nem notamos como podemos ser machistas mesmo sem querer.

Confira algumas frases que são MUITO preconceituosas e que você, provavelmente, já falou para alguém ou ouviu alguma vez na vida, seja das suas amigas, irmãs ou da própria mãe!

1. Você deveria parar de trabalhar e dar mais atenção aos seus filhos

Esta é uma ideia que está baseada num preconceito antigo: o cuidado da família é uma tarefa exclusiva do sexo feminino. Não em pleno século XXI, meus amigos!

Homens e mulheres devem ter a mesma carga de responsabilidade quando o assunto é a educação dos filhos, assim como ambos devem ter as mesmas oportunidades e direitos de manter as suas carreiras profissionais.

O segredo é o companheirismo e a conciliação, para que as rotinas familiares e de trabalho (de ambos) possam coincidir em harmonia!

2. Seu marido / namorado deixa você sair sozinha?

Se você tiver mais de 18 anos e seu marido ou namorado NÃO FOR o seu PAI, então não existe motivo para esta pergunta absurda! Quando esta pergunta é feita fica implícito a submissão da mulher perante o seu parceiro, como se ela não tivesse a liberdade de tomar as suas próprias decisões sem o consentimento do companheiro. Um absurdo, né gente?

3. Deve ter feito sexo com o chefe para conseguir ser promovida tão rápido

Acho que não é preciso explicar muito o que está errado nesta ideia, certo? Esta frase desvaloriza totalmente o mérito da mulher. Existem inúmeras hipóteses para justificar a promoção de alguém, e fazer sexo com um homem como alternativa não deve estar entre as primeiras opções.

4. Você é tão feminina, nem parece lésbica

A ideia estereotipada da homossexualidade faz com que as pessoas não consigam entender que orientação sexual NÃO é sinônimo de identidade de gênero. Não deve ser surpresa nenhuma uma mulher homossexual se identificar com o gênero feminino (gostar de usar roupas femininas e agir com feminilidade), mesmo sentido atração por pessoas do mesmo sexo.

5. Se você continuar a ser tão exigente, vai acabar ficando para a titia

Se você tem 30, 35 ou 40 anos e não tem marido ou namorado provavelmente já ouviu esta frase ou algo similar, certo? Existem diversos motivos para você estar solteira e ninguém tem nada a ver com isso! Normalmente, as pessoas usam esta frase para tentar justificar o motivo de não estar num relacionamento estável. Mas lembre-se: estar solteira não é sinônimo de infelicidade, pois cada indivíduo tem os seus planos de vida e é totalmente aceitável que casar e ter filhos não faça parte dos seus objetivos. A vida é sua e não deixe ninguém comandá-la além de você!

6. É tudo culpa da TPM

Não! As emoções e sentimentos das mulheres vão muito além das Tensões Pré-Menstruais, minha amiga! Aliás, é surpreendente alguém acreditar que apenas as alterações hormonais sejam as culpadas de algo que tire a mulher do sério.

Culpar a TPM é o mesmo que rebaixar os sentimentos e emoções das mulheres a meros "caprichos mensais"… Além do mais, ninguém precisa saber que você está passando por este período, né? Não é da conta de ninguém!

7. Os melhores homens preferem as mulheres difíceis

Ao contrário dos homens, nas sociedades machistas (quase todas, infelizmente) as mulheres são obrigadas a controlar os seus desejos e emoções com o receio de serem tachadas de “fáceis” ou “promíscuas”.

Quem disse que as mulheres não podem ter a mesma dose de diversão que os homens e mesmo assim serem consideradas “pessoas sérias”? 

8. Reclama que é assediada, mas sai na rua vestida de forma promíscua

As mulheres, assim como os homens, devem ter a liberdade para se vestirem como quiserem!

Esta frase machista transfere toda a culpa do assédio para a mulher, como se ela tivesse a obrigação de se vestir de acordo com os padrões sociais de “recato” ou permanecer enclausurada dentro de casa para evitar a investida dos homens.

Não importa o tipo de roupa que esteja usando, nenhum homem tem o direito de assediar uma mulher. O único culpado é quem assedia e não a assediada!

9. Se você não cuidar melhor do seu corpo, ele acaba te trocando por outra

Uma ideia medíocre e superficial, que coloca a aparência (criada pelo padrão heteronormativo e machista) como fator principal para o sustento de um relacionamento.

E como se isso não fosse por si só um absurdo, ainda colocam todo este “peso social” sobre os ombros das mulheres! 

10. Quando você pensa em casar e ter filhos?

Como dito antes, quem disse que o plano de todas as mulheres é casar e ter filhos? Esta é uma “regra” imposta pela sociedade, mas não significa que seja uma obrigação para todas as pessoas.

11. Você tem um futuro pela frente, porque quer ter um filho agora?


Simples: porque a vida é sua e você escolhe o que deseja fazer dela! Se existem mulheres que não querem casar e ter filhos, também têm aquelas que desejam constituir uma família e… tudo bem!

O importante é cada um saber respeitar as escolhas dos outros, mesmo que estas possam destoar um pouco daquilo o que você imagina para a sua vida.









Lembre-se: a vida dos outros é dos outros, e não sua!
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