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Como melhorar a convivência durante a quarentena?

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Casais em isolamento: como superar momento de convivência intensa sem destruir a relação:

Em tempos de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), cuidar da saúde sempre será prioridade. Mas há outros cuidados que também não pode passar despercebidos para quem vive sob o mesmo teto ou não. Um deles é a vida conjugal dos casais, sejam noivos, namorados ou casados.

As consequências da pandemia de coronavírus vão além da saúde e da economia. Em Xi'am, na China, houve um recorde no número de pedidos de divórcio nas últimas semanas, segundo o jornal "The Global Times".

O tabloide "New York Post" também informou que advogados especialistas em separação relataram um aumento de 50% na busca de consultas por clientes em potencial no período de isolamento social nos Estados Unidos.

O fato de as pessoas não estarem podendo sair, estarem na tensão por algo que elas não veem, mas que sabem que está matando, adoecendo... Elas ficam irritadas. E tudo bem elas ficarem irritadas. A gente não pode cobrar que, por 24 horas, elas estejam se amando o tempo inteiro.

Veja algumas dicas para te ajudar a melhorar a convivência:

1-Mantenham rotinas independentes

Pode parecer impossível, mas dá para criar uma rotina independente do cônjuge, mesmo que vocês passem o dia todo na mesma casa. Cada um deve estabelecer seus horários e atividades de forma independente.

Isso quer dizer que vocês devem negociar uma organização das tarefas pessoais e profissionais. Enquanto um trabalha, por exemplo, o outro pode fazer algum exercício físico ou entreter as crianças.

Para que funcione, se possível dê preferência para ambientes separados de trabalho. Dessa forma, um não atrapalha o outro e é possível estabelecer a privacidade de ambos. É muito importante que cada um continue com a sua individualidade, realizando suas tarefas e atividades que proporcionam prazer.

Não é porque estão confinados em uma casa que precisam fazer tudo juntos o tempo todo. Isso pode até não ser saudável para o relacionamento.

2-Respeitem a privacidade do outro

O fato de estarem trabalhando em casa não significa que estão disponíveis o dia inteiro. É preciso ter consciência de que horário de trabalho é horário de trabalho. Exceto em casos de emergência, o parceiro deve respeitar o outro e procurar não interrompê-lo durante os momentos destinados às obrigações profissionais. 

E a privacidade não diz respeito apenas ao horário de trabalho. Em alguns momentos o companheiro pode querer ficar sozinho, ler, ouvir uma música, ou seja, ter um momento introspectivo. Isso precisa ser respeitado, principalmente pelo fato de estarmos vivendo com muitas incertezas.


3-Estejam abertos para o diálogo

O único jeito de resolver os conflitos é por meio da conversa. Portanto, evite atitudes agressivas, afinal, todos já estão nervosos o suficiente. É importante se colocar à disposição para conversar sobre tudo, inclusive o relacionamento.

O que está dando certo? Como podem melhorar a convivência? Um diálogo honesto e transparente é essencial para sobreviver à quarentena com o cônjuge. 
Além da mudança de rotina e da repentina falta de momentos em que se está completamente só, quem tem filhos está precisando entretê-los ou cuidar deles durante um período maior e, diante da preocupação com o vírus, as faxinas também se intensificaram – algo que contribui para a irritação e que pode prejudicar inclusive a vida sexual do casal.

4-Tenham momentos de lazer e diversão

O lado bom de morar com alguém durante a quarentena é que você pode ter momentos de lazer em conjunto, o que pode ser ainda mais prazeroso. Apesar desse momento de incerteza, aproveitar horários livres e os finais de semana para curtirem a companhia um do outro é muito saudável.

Reservem alguns momentos na agenda para assistir filmes, cozinhar, fazer exercícios, meditar ou qualquer outra coisa que agrade ambos. É importante abstrair dos problemas ao lado de quem nos faz bem!

5-Sejam tolerantes e empáticos

Estamos vivendo um momento atípico onde, mais do que nunca, é preciso se colocar no lugar do outro e ser mais paciente.

Conflitos podem acontecer durante esse período intenso de convivência, mas você é a única pessoa responsável por decidir como irá reagir a eles. Procure ser tolerante com a ansiedade e o estresse do outro, afinal, todos nós estamos angustiados com a situação.

Busque no diálogo uma maneira de confortar as aflições do momento e seja mais tolerante com os erros do outro. Eles vão ficar mais evidentes por conta da convivência excessiva e está tudo bem!

6-Dividam os cuidados com os filhos

Casais que têm filhos enfrentam uma realidade ainda mais diferente, pois a presença das crianças muda totalmente a dinâmica da dupla. Caso os dois precisem trabalhar durante o dia, é importante estabelecer uma rotina para a criança e organizar as responsabilidades.

Os dois precisam trabalhar e descansar em algum momento, mas a criança também necessita de cuidados e atenção. A dica é aproveitar a flexibilidade para tentar encaixar atividades com a criança na rotina, alternando entre pai e mãe para que nenhum fique sobrecarregado.

O lado bom é que vocês passarão mais tempo em família, então que tal propor brincadeiras e atividades das quais todos possam participar e fortalecer o elo?

7-Façam uma divisão de tarefas justa

Se na sua casa ainda existia aquela história de que serviço de casa é responsabilidade da mulher, se esqueça disso de uma vez por todas. Com ou sem isolamento social esse tipo de pensamento já não deveria existir.

A quarentena é uma ótima oportunidade para repensar as responsabilidades dentro do lar. O período de mudanças deixa um belo convite para revermos velhos paradigmas. Que tal a ideia de cada um contribuir com as tarefas domésticas no dia a dia? Cozinhar, lavar e limpar são alguns exemplos de obrigações que devem ser divididas de acordo com a nova realidade.

Para não pesar para ninguém, o ideal é chegar a um acordo em relação às responsabilidades de cada um. Lembre-se de que é um momento de solidariedade e união.


Além disso....é preciso:
  • Reconhecer o momento: é um momento tenso, em uma atmosfera ansiosa, que é uma situação que mobiliza nosso estresse;
  • Pra eu viver um bom dueto, preciso saber fazer uma boa carreira solo: como eu estou frente a essa situação, como meu íntimo está respondendo a tudo isso? Feito esse exercício, aí sim eu posso ir a meu parceiro e dividir com ele como me sinto;
  • Dividir e perguntar: dividir como estou me sentindo, como é pra mim, perguntar para o outro como ele está. Criar um espaço de conversação que se possa externar as emoções exercita a cumplicidade;
  • Manter o ambiente de casa o mais pacífico possível mesmo em meio ao caos: Pode se manter informado, não ficar alienado, mas também tem que se preservar;
  • Alternar o dia a dia com atividades gostosas pro casal: Tudo o que promove sensação de bem estar, prazer, gasto de energia, é muito bem-vindo. Ver filmes, ouvir músicas, fazer comidinha juntos, receitinha, dar risada, conversar;
  • Manter uma rotina mesmo em quarentena é uma possibilidade de se organizar: A disciplina traz essa sensação de segurança, sentimento de organização. Mais organizado, o dia pode ficar um pouco mais previsível e isso para o cérebro traz uma sensação de segurança.

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Se você não chorar, seu corpo irá. Veja o que acontece quando você esconde seus sentimentos

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As pessoas chegaram a uma fase de suas vidas em que preferem não mostrar o que realmente estão sentindo. Mas é preciso levar em conta que esconder nossos sentimentos pode nos trazer doenças físicas e emocionais.


Às vezes é muito difícil ter alguém para nos ajudar a desabafar os nossos sentimentos reprimidos, mas, de alguma forma, temos que nos expressar para evitar sérios problemas de saúde.


Atualmente, muitos acreditam que se sentir triste é sinônimo de fraqueza e eles não fazem ideia do quanto estão errados: A tristeza apenas confirma que você é humano! Todos, em algum momento, já sentiram o mesmo ao se preocuparem com diversos assuntos, mesmo que tenham tentado negar este fato enquanto buscavam se fortalecer. Não tenha medo de chorar ou mostrar o que você sente, pois estas são fases pelas quais todos em algum momento iremos passar.


A ansiedade, quando não se manifesta para fora de nossas mentes, torna-se raiva, e ambos os sentimentos causam muitos danos ao organismo.

Iremos mostrar, a seguir, o quanto não demonstrar suas emoções podem ser prejudiciais para seu bem-estar. Não deixe de conferir.


4 coisas que seu corpo sofre quando você não expressa seu humor:


1-Problemas emocionais graves


Quando você reprime seus sentimentos, você cria uma barreira mental entre o que realmente sente e o que deseja demonstrar. Essa parede mental transforma tristeza e agonia em raiva e ressentimento, criando mudanças em suas emoções.


Se você acha que tem algo a dizer, fale! Não se cale, porque o único prejudicado será você! Não é justo que você sofra desnecessariamente quando a solução é tão simples! Caso não saiba o que fazer no momento, apenas chore, mas não deixe de se expressar.


2-Desconforto físico


Não aconteceu com você que, quando se sente preocupado, tem problemas renais? Se a resposta for sim, é porque você está experimentando um bloqueio emocional que se manifesta fisicamente.

O fígado também é seriamente afetado quando você tiver sentimentos acumulados. Desprenda-se! Caso você não quiser chorar, procure uma maneira de praticar o fluxo de estresse para fora do corpo. Yoga, rotinas de exercícios, dança, canto, leitura. Todos estes métodos podem ajudá-lo muito a não manter o seu lado sensível reprimido.


3-Esqueça as coisas que você simplesmente não precisa em sua vida

Se apegar a certos objetos é normal, mas não vamos viver com eles pelo resto de nossas vidas, especialmente quando eles nos lembram momentos tristes do nosso passado. Isso somente irá fazer com que a sua energia positiva seja severamente ofuscada pelas vibrações negativas.


4-Sua mente está conectada ao seu corpo, observe seus sinais


Tudo o que você pensa, sente e faz será refletido em seu corpo. Tente ter contato com sua família, mude de perspectiva com relação aos aspectos negativos da sua vida e aprenda a lidar com todos os seus sentimentos para estar sempre emocionalmente saudável.








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8 Passos Para Enfrentar Seus Medos e Ser Bem-sucedido Na Vida

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É normal termos medos. Mas, todos sabemos que o medo é algo que nos impede de alcançar nossos objetivos e, portanto, o sucesso que desejamos. Então, como posso enfrentar meus medos?


Seja o que for que nos assusta, existem algumas técnicas que podem nos ajudar a lidar com nossos medos e ansiedade. Antes de mais nada, no caso de você sofrer de alguma fobia ou trauma forte, a melhor escolha é procurar ajuda profissional pois, assim, será devidamente orientado a realizar o tratamento ideal para esses casos.


1. Tire seu tempo


Quando o medo ou a ansiedade nos inundam é muito difícil pensar com clareza. Para resolver este caso, o primeiro passo a tomar é reservar tempo para que a intensidade dessas emoções seja aliviada e nos e assim permitir que nossos pensamentos fluam melhor.


Se nos afastarmos da preocupação que produz ansiedade por alguns minutos, podemos acalmar nossos espíritos e pensar melhor quais alternativas temos.


2. Respire


Se começarmos a perceber como o medo começa a nos afetar fisicamente (como aumento da frequência cardíaca, aumento do suor, palpitações no coração, entre outras coisas), a melhor opção é tentar não combater esses sintomas porque, ao contrário do que acreditamos, isso só facilitará para que acabemos sendo vítimas deles.


Nesses casos, a alternativa mais eficaz é ficar onde estamos, sentir esse medo sem deixar que ele nos domine, colocando a palma da mão no estômago e respirando lenta e profundamente. O objetivo é ajudar nossas mentes a se acostumar e a enfrentar a situação. 


3. Enfrente seus medos


Evitar nossos medos somente serve para os fazer crescer e nos assustar.

Quando se tratam de medos cotidianos, a melhor saída é encararmos, eles devem começar a desaparecer.


4. Tente imaginar o pior


Outra das técnicas que são muito úteis para enfrentar nossos medos é imaginar qual é o pior que pode acontecer e também analisar as reais possibilidades de que isso realmente aconteça.


Além de estar mais consciente de que, certamente, não há risco real, podemos desenvolver possíveis estratégias de ação para as diferentes batalhas que travamos.


5. Visualize um lugar seguro


Quando começamos a sentir que o medo invade nosso corpo e mente, podemos ter um pequeno espaço de tempo para fechar os olhos e imaginar que estamos em um lugar seguro e calmo. Durante este período de tempo, deixamos que os sentimentos positivos que este lugar nos transmite nos acalme e nos faça relaxar.


6. Fale com alguém


Compartilhar nossos medos com outras pessoas pode nos ajudar a tirar muito peso de nossos ombros e nos permitir enxergar diferentes pontos de vista sobre o que está acontecendo conosco. Se não pudermos compartilhá-los com um parente, amigo ou pessoa de confiança, não devemos hesitar em consultar um psicólogo.


7. Evite fugir da realidade


Muitas pessoas recorrem ao álcool ou às drogas para escapar da realidade e aliviar o sentimento de medo ou ansiedade. No entanto, isso só piorará a situação.


8. Dê a si mesmo uma recompensa


Finalmente, quando você estiver conseguido enfrentar seu medo, dê a si mesmo um tratamento ou uma recompensa. Não importa se as coisas não foram como você queria ou esperava, o fato de ter superado seu medo o torna uma pessoa mais corajosa e isso é algo que deve ser recompensado.



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Como tirar de letra palpites inconvenientes no Natal em família

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Todo mundo tem parentes que não poupam saliva nem indiscrição na hora de tecer comentários sobre a vida alheia. E, obviamente, não são poucos os que aproveitam as confraternizações de dezembro para mandar perguntas e palpites indiscretos sobre os mais diversos assuntos: seu estado civil, seu salário, o valor da mensalidade da escola das crianças, seu peso, se você pretende ou não ter filhos, se pretende morrer sem ostentar uma aliança no dedo, de onde tira dinheiro para pagar as coisas que gosta de comprar, etc., etc., etc.

A lista, assim como a curiosidade de alguns familiares, é infinita. Em vez de se irritar, engasgar com o peru ou iniciar um barraco desnecessário que vai estragar a noite de todos, que tal tentar fazer diferente esse ano e encarar as coisas sob outra perspectiva? Inspire-se nesses passos:

Antes de mais nada, cheque os seus limites

Reuniões familiares deveriam ser sempre agradáveis, calorosas, repletas de lembranças felizes e conversas amistosas. Se você já sabe que o encontro de Natal ou de Ano Novo com os seus parentes vai passar bem longe disso, pergunte-se: até que ponto valerá a pena comparecer? Você tem disposição suficiente para encarar? Se for difícil demais, melhor arrumar outro compromisso e deixar para encontrar aqueles com quem se dá melhor no dia seguinte ou numa outra oportunidade. E caso decida ir e o clima pesar, lembre-se que nada pode obrigá-lo(a) a ficar onde não se sente bem. Não se force a estar onde não é bom.

Entenda que o problema não é você, e sim os outros

Alguns parentes aproveitam o fato de já conhecerem os seus pontos fracos para atacar sem dó nem piedade. Segure a onda e lembre-se do velho ditado: as árvores que dão bons frutos são as que mais recebem pedrada. Quem te machuca tem um motivo, mesmo que não se dê conta disso: pode ser inveja, ciúme, por achar que sua vida é melhor, que você tem sorte ou até mesmo por pura maldade, porque as pessoas, mesmo as da família, são assim. Seja superior, sorria e não dê prazer ao “inimigo” ao entrar na mesma vibe que ele.

Reveja suas questões e suas feridas

Por outro lado, em algumas circunstâncias o problema pode ser mesmo você, sim. Avalie: por que o comentário fere tanto? O que a pessoa fala é mentira? Se for, não há motivo para se incomodar. Porém, se corresponder à realidade, entenda que o que machuca não é a atitude do outro de cutucar a ferida: é a própria ferida que dói, e dó muito. Em vez de se voltar contra o familiar, aproveite o incômodo para repensar a vida e rever o que está mal resolvido dentro de si. E atenção: nem sempre quem pergunta quer seu mal. O que a gente não enxerga, os outros podem ver claramente. Escute, pode valer a pena.

Tenha paciência com os mais velhos

Acredite: o conceito de invasão de privacidade provavelmente não foi algo colocado em prática na infância ou na juventude da sua avó ou daquele tio septuagenário. Algumas pessoas mais velhas já têm enraizado o hábito de fazer perguntas inconvenientes e se ofendem se não respondemos. Isso acaba gerando um grande mal-estar. Se alguém idoso agir assim com você, tenha paciência: responda de uma maneira educada e siga em frente. 

Não se obrigue a responder coisa alguma

Fomos acostumados na infância a nunca deixar de responder a uma pergunta. “Se a resposta que iríamos dar fosse algo comprometedor, poderíamos tentar escapar com alguma ‘mentirinha’, mas deixar de responder jamais! Por isso, na fase adulta, acabamos confundindo o não responder com falta de educação. Porém, hoje você é quem escolhe se quer ou não falar sobre certas coisas, seja lá com quem for. Você não tem a obrigação de responder tudo o que questionam. Quando não souber o que dizer, dar a resposta em formato de outra pergunta de volta à pessoa pode ajudar a escapar da situação.

Não bata de frente; desvie

Ignore ou mude de assunto se perceber que a pessoa não vale o seu desconforto, seja porque você não tem um grau de intimidade com a mesma ou porque tem intimidade em demasia e sabe que responder de maneira ríspida não fará a menor diferença, se houver maldade por trás da pergunta, retrucar com ironia é uma boa saída. 

Comentários tóxicos são uma pegadinha, mas nem todo ataque deve ser revidado, porque às vezes a pessoa quer armar um climão. Faça de conta que não entendeu, banque o demente, dê uma meia gargalhada, puxe assunto com quem estiver do lado... Pense bem antes de reagir, pois no ano que vem vocês estarão juntos de novo. Não seja você o algoz. Não machuque de volta nem se conecte com a raiva. Use essa pessoa como modelo do que não se deve ser.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/12/11/como-tirar-de-letra-palpites-inconvenientes-nas-festas-de-fim-de-ano.htm


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